Escola Infantil Letra e Magia experimenta transformação com nova administração e software de gestão

Localizada em Jaguari, no Rio Grande do Sul, escola passou de oito alunos para quase 50 em um ano e meio.

Escola Letra e Magia

Uma grande reviravolta. Esse é o resumo da história vivida nos últimos meses pela Escola de Educação Infantil Letra e Magia, localizada em Jaguari, no Rio Grande do Sul. Criada em 2015, a instituição viveu dias difíceis em sua gestão, chegando ao fim de 2017 com apenas oito alunos e quase nenhuma credibilidade na cidade. 

Mas, no ano passado, a escola foi comprada pela administradora escolar Narjara Barbosa Iglesias e ganhou uma nova história. A gestão criou do zero uma proposta pedagógica, implementou o sistema de gestão escolar WGiz e transformou a escola em referência na cidade.

Hoje, a instituição tem quase 50 alunos, 8 professores e um currículo inovador, que inclui oficinas de culinária, aulas de inglês, raciocínio lógico, entre outros. A escola atende crianças do berçário ao pré e oferece turno inverso do 1º ao 5º ano.

Alunos brincando de “caça ao tesouro”

“Costumo brincar, dizendo que comprei uma escola pegando fogo. E, de fato, ela estava em decadência e com a credibilidade muito baixa. Foi árduo o trabalho que tivemos que fazer: fomos literalmente nas casas das pessoas buscar os alunos, explicar que a gestão tinha mudado e fazer o convite para que elas voltassem a nos conhecer”, relata Narjara.

A transformação

No primeiro ano de sua gestão, a administradora se concentrou em redesenhar a proposta pedagógica da escola. A instituição passou a trabalhar a partir de um conceito de aprendizagem criativa e lúdica e, por isso, incluiu uma série de oficinas e aulas que trabalham as diferentes habilidades das crianças de forma divertida. “Nossa missão foi transformar a escola em um espaço onde a criança tenha vontade de ir”, explica.

Atividades em sala de aula.

Depois da mudança pedagógica chegou a vez da reestruturação dos processos administrativos, o que aconteceu no início deste ano. Narjara percebeu que, se quisesse levar a escola a subir mais um degrau em sua jornada de crescimento, teria que adotar um software de gestão.

Isso porque todos os processos eram manuais, as informações eram registradas em papéis, os pagamentos eram feitos de forma presencial pelos pais e havia uma taxa de inadimplência que precisava ser diminuída.

Por outro lado, a administradora não queria transformar a escola em uma instituição tão organizada, que se tornasse fria no relacionamento com as famílias.

E esse foi um dos principais motivos para ele ter escolhido o software da AIX, WGiz. “Encontramos no software a possibilidade de conexão com os pais. Na área acadêmica os professores colocam informações sobre os alunos e a família acessa. Os pais também podem fazer críticas e sugestões e, assim, participam mais da vida escolar dos seus filhos”, afirma.

Do papel ao digital

A adoção do software também revolucionou a organização dos processos na Escola Letra e Magia. As matrículas que eram feitas manualmente no papel foram digitalizadas, trazendo mais organização e segurança para os dados dos alunos.

Outra grande mudança foi a forma de pagamento: até então, os pais tinham que ir até à secretaria e, ao chegar lá, a funcionária procurava a ficha do aluno e todo o registro era feito em papel. Com software a escola passou a emitir boletos e fazer todo o controle em ambiente digital.

“O pagamento na escola gerava uma movimentação de dinheiro na escola sem necessidade. Com os boletos o pagamento é digital e esse volume de dinheiro na escola é quase nulo, o que traz mais segurança”, afirma.

Além disso, a administradora explica que os boletos diminuíram a inadimplência quase a zero. Isso porque a forma de pagamento facilitou a vida dos pais e evitou situações de esquecimento ou falta de tempo para ir à secretaria.

A administradora afirma que a concentração das informações no ambiente digital a ajudou a “ter uma visão mais sistêmica da escola”. Além disso, ela afirma que ganhou mais assertividade em suas decisões, que passaram a ser amparadas pelos relatórios do WGiz.

“Agora, posso chegar em casa e ver quem pagou, quanto tenho em caixa, o que já entrou. Não preciso ir à escola e procurar papéis ou pastas dos alunos”, diz. 

Narjara ainda destaca como diferencial da AIX a facilidade de implementação do software e o atendimento da equipe de suporte técnico. “As professoras aprenderam a usar o sistema de forma rápida e, quando precisamos de ajuda, o atendimento é muito eficiente e rápido”, diz. 

Com as mudanças, a administradora tem boas perspectivas para o futuro. Ela acredita que, após controlar os problemas básicos de gestão, será possível focar no mais importante para escola, que é a oferta pedagógica. E, para isso, os planos são ousados: “Para 2020 vamos oferecer aulas de iniciação à robótica e construir uma sala maker”, adianta. 

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